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Penso, logo duvido.

La Serva Padrona de Pergolesi, de entreato a paradigma operístico – Frederico Toscano

As mudanças ocorridas na Europa no raiar do século XVIII provocaram profundas alterações nas relações sociais, políticas, econômicas, culturais que culminaram em rupturas significativas, especialmente, no campo ideológico.

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Hebdomadário da Corte XXXIII – Luciano Oliveira

É tempo de concluir essas reflexões lefortianas sobre a democracia dizendo alguma coisa sobre a “tentação totalitária” que a ronda permanentemente. O perigo é compreensível e faz parte mesmo da sua dinâmica

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Abundância: o discurso misericordioso de magnânimos, ardilosos e benevolentes – Fernando Dourado

“Puxa, cara, estou genuinamente sentido por você. Nunca tive ilusão de que não estávamos em lados opostos do espectro político. Sempre soube que sim. Menos mal que isso quase nunca abalou nossa amizade.

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Hebdomadário da Corte XXXII – Luciano Oliveira

Acho que faltou no “hebdô” da semana passada um post-scriptumendereçado ao leitor que me sugeriu escrever sobre legalidade e legitimidade. Escrevo-o agora, me valendo outra vez do pensamento de Claude Lefort – do qual tenho me servido nessas reflexões sobre democracia.

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Bachianas Brasileiras nº 5 de Villa-Lobos, um clássico dos trópicos – Frederico Toscano

Incrivelmente prolífico, o carioca Heitor Villa-Lobos (1887-1959) era um personagem exuberante, tendo alcançado o status de maior compositor na música clássica brasileira.

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Hebdomadário da Corte XXXI – Luciano Oliveira

Um dos meus cinco leitores sugeriu-me que abordasse nessa série de reflexões sobre a democracia a distinção entre legalidade e legitimidade. Como se sabe (todo estudante de direito aprende isso logo nas primeiras aulas), nem tudo que é legal é legítimo, e nem tudo que é legítimo é legal.

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Hebdomadário da Corte XXX – Luciano Oliveira

A democracia como um regime que acolhe a legitimidade do debate sobre o legítimo e o ilegítimo é um mote tantas vezes repetido na obra de Claude Lefort que o nosso José Guilherme Merquior, num livro sobre o marxismo ocidental, o qualificou de “prolixo”.

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Desventuras Náuticas – Clemente Rosas

Volto a falar do mar porque agora, em regresso definitivo à minha querência, eu o tenho por companhia permanente, e na primeira luz dos dias já posso conferir, de minha varanda, seu brilho, sua cor e seus humores.  Na verdade, tenho convivido com ele desde a mais tenra infância. 

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Dor e luz – Fernando Dourado

Em plena manhã desta quinta-feira, 6 de setembro de 2018, despertei ilhado em Oak Park, subúrbio de Chicago. Chovia muito. Esperando que o calor arrefecesse com a água abundante, levantei da cama lentamente para atender ao aviso sonoro, indicativo de que uma mensagem prioritária acabara de entrar.

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Sinfonia da Ressurreição de Mahler, a busca pelo sentido da vida – Frederico Toscano

Em novembro de 2016, o manuscrito da Sinfonia n.º 2 de Gustav Mahler(1860-1911) foi vendido por 4,5 milhões de libras esterlinas, batendo o recorde segundo a Sotheby’s por ser o manuscrito musical mais caro da História.

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Carpeaux, prazer em conhecê-Lo! – Paulo Gustavo

Conheci Otto Maria Carpeaux (quase escusado dizer que por metonímia) em 1980, numa viagem ao Rio de Janeiro. Aos 23 anos, eu mal saíra da adolescência. E ele, o grande autor, mal desaparecera do cenário intelectual brasileiro, uma vez que morrera havia pouco: em 1978.

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Memorias de Redação: “Projeto Aripuanã” – Ivanildo Sampaio

Em meados dos anos 70 do século passado, quando o Mato Grosso ainda era um Estado único – não existia Mato Grosso do Sul – estive lá, diversas vezes, como repórter de um grupo empresarial que já não existe. Encantava-me aquele mundão líquido e verde, escuro e misterioso…

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Livre Pensar – David Hulak

O pensamento voa e as palavras vão a pé, dizia Julien Green,… ,claudicando por topadas na realidade, completo eu. Chemnitz, no Estado da Saxônia. Pacaraima, divisa com a Venezuela. Lá os “supremaxistas” arianos, neonazistas; cá, a massa de manobra de campanhas eleitorais. Do Not Forget.

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Hebdomadário da Corte XXIX – Luciano Oliveira

A propósito do hebdô da semana passada, um leitor me disse que achou o termo “desintrincamento”, da lavra de Lefort, mais do que rebarbativo: achou-o obscuro. Comprometi-me em esclarecê-lo. Vamos lá! Nos textos originais, escritos em francês, o que aparece é “désintrication”.

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