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Penso, logo duvido.

Memórias da Caserna IV – Clemente Rosas

Soldado, naquele tempo, não podia sair “à paisana”, a não ser com permissão especial, e definição prévia de tempo e lugar.  Cheguei a me apresentar, fardado, em pleno salão do CEU (Clube do Estudante Universitário), prestar continência e pedir permissão a um tenente para permanecer no local. 

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Calinadas da semana V – Encômio a SPP

Segundo jornalista de plantão, os discursos dos novos ministros dividem-se em dois tipos: os discursos de caráter técnico, com propostas e metas claras, como os de Moro e Paulo Guedes, e os discursos da turma da ideologia, como o Ernesto, confusos e antinômicos.

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Memórias da Caserna III – Clemente Rosas

Certamente, o melhor da minha vivência na caserna foram as marchas e os acampamentos.  Fizemos alguns, quase sempre no altiplano do Cabo Branco, deserto naquela época. Íamos a pé, levando um pesado equipamento. 

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Memórias da Caserna II – Clemente Rosas

O Regimento se compunha de cinco companhias: duas companhias de fuzileiros, a Companhia de Petrechos Pesados (CPP), a Companhia de Canhões Anti-Carro (CCAC) e a Companhia de Comando e Serviço (CCS), que o tenente Moreira, nosso comandante, para nos valorizar, classificava como uma “companhia de elite”.

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Calinadas da Semana IV – Encômio a SPP

O País está pleno de palermices e insânias. E estas parecem espichar no final do ano. Em todas as instâncias, particularmente as superiores. Veja-se, a respeito, algumas das decisões tomadas na quarta feira, 19, por sabidas autoridades.

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As Bodas de Fígaro de Mozart, crítica subversiva em música sublime – Frederico Toscano

Considerada por muitos a maior ópera do compositor austríaco Wolfgang Amadeus Mozart (1756-1791) e a mais perfeita de todas as óperas já escritas, “As Bodas de Fígaro” (ou “Le Nozze di Figaro”, no italiano original) associa números arrebatadores a uma trama sólida e divertida.

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Calinadas da semana III – Encômio a SPP

O ministro da CGU, Wagner Rosário, declara que político, com cargos no Parlamento e no Executivo, só deve ter foro privilegiado em caso de corrupção. Zefinha, da banca de queijo da feira, não entendeu nada.

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Calinadas da semana II – Encômio a SPP

Palocci ganhou. Com sua delação será desaferrado. Prisão em casa, podendo sair para trabalhar. A dúvida em Brasília é: o homem disse tudo? Há quem aposte que não, pois será uma boa moeda para ganhar outras moedas.

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Sinfonia Inacabada de Schubert, uma obra-prima cercada de mistérios – Frederico Toscano

A trágica e breve vida de Franz Peter Schubert (1797-1828), um dos maiores melodistas da história, é constantemente encoberta por sua música otimista. Aos 17 anos já havia atingido a maturidade musical na composição…

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Calinadas da semana – Encômio à SPP

A clínica onde faço fisioterapia tem uma parede para escrever o que te ocorreu de melhor em 2018. Um dos clientes escreveu: a derrota da Dilma nas urnas foi um segundo golpe? Eis a dúvida entre os militantes do PT.

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Lucia di Lammermoor de Donizetti, o infortúnio de um amor contrariado – Frederico Toscano

Baseada no romance “The Bride of Lammermoor” (A Noiva de Lammermoor) do escritor inglês Sir Walter Scott (1771-1832), a ópera “Lucia di Lammermoor” é a obra mais requintada e de mais duradoura popularidade do compositor bergamasco Gaetano Donizetti…

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Hebdomadário da Corte XXXVIII – Luciano Oliveira

Cheguei há pouco do lugar onde votei, e voltei bem menos infeliz do que aconteceu há três semanas. Há uma semana escrevi que iria votar com a mesma camiseta vermelha do primeiro turno, mas que dessa vez iria com medo.

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Suíte para piano de Schoenberg, a invenção do dodecafonismo – Frederico Toscano

O austríaco Arnold Schoenberg (1874-1951) foi um dos mais importantes compositores na história da música ocidental. Fortemente ligado à tradição germânica, assumiu a responsabilidade pela liderança intelectual da questão mais premente para a filosofia…

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Hebdomadário da Corte XXXVII – Luciano Oliveira

No primeiro turno das eleições fui votar com uma discreta camiseta vermelha. Senti receio, mas foi só. No domingo próximo, vou votar outra vez com a mesma camiseta vermelha. Mas desta vez o receio subiu um grau no meu termômetro interno: irei com medo.

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Hebdomadário da Corte XXXVI – Luciano Oliveira

“Pensar feridas” é uma expressão que desapareceu do nosso léxico, mesmo nos seus usos cultos. É pena, porque é uma bela expressão, e valiosa na sua ambiguidade. Nela, o verbo “pensar” ainda guarda o sentido, perdido entre nós, de curar, aliviar.

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Caprichos para violino de Paganini, no limiar do impossível – Frederico Toscano

O domínio total do violino, o carisma exótico e a mística pessoal do compositor genovês Niccolò Paganini (1782-1840) criaram o modelo para o virtuose romântico. A maior parte de sua música imaginativa e elaborada é raramente executada nos dias de hoje pela dificuldade de interpretação – poucos se arvoram a enfrentar…

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Hebdomadário da Corte XXXV – Luciano Oliveira

 “É bom Jair se acostumando”. Quando esse trocadilho (reconheço que bem bolado) apareceu, faz meses, parecia brincadeira. Mas eis que o Coiso virou coisa séria… No campo da esquerda democrática a que pertenço, estamos todos boquiabertos e preocupados…

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Hebdomadário da Corte XXXIV – Luciano Oliveira

Como muita gente, nesta antevéspera do primeiro turno das eleições, estou com medo. Disseram-me que na carreata pró-Bolsonaro no domingo último, em Boa Viagem, manifestantes faziam o gesto em “L”, com o polegar e o indicador em riste, simbolizando o velho Colt dos faroestes americanos que encantavam…

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La Serva Padrona de Pergolesi, de entreato a paradigma operístico – Frederico Toscano

As mudanças ocorridas na Europa no raiar do século XVIII provocaram profundas alterações nas relações sociais, políticas, econômicas, culturais que culminaram em rupturas significativas, especialmente, no campo ideológico.

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Hebdomadário da Corte XXXIII – Luciano Oliveira

É tempo de concluir essas reflexões lefortianas sobre a democracia dizendo alguma coisa sobre a “tentação totalitária” que a ronda permanentemente. O perigo é compreensível e faz parte mesmo da sua dinâmica

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Hebdomadário da Corte XXXII – Luciano Oliveira

Acho que faltou no “hebdô” da semana passada um post-scriptumendereçado ao leitor que me sugeriu escrever sobre legalidade e legitimidade. Escrevo-o agora, me valendo outra vez do pensamento de Claude Lefort – do qual tenho me servido nessas reflexões sobre democracia.

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Bachianas Brasileiras nº 5 de Villa-Lobos, um clássico dos trópicos – Frederico Toscano

Incrivelmente prolífico, o carioca Heitor Villa-Lobos (1887-1959) era um personagem exuberante, tendo alcançado o status de maior compositor na música clássica brasileira.

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Hebdomadário da Corte XXXI – Luciano Oliveira

Um dos meus cinco leitores sugeriu-me que abordasse nessa série de reflexões sobre a democracia a distinção entre legalidade e legitimidade. Como se sabe (todo estudante de direito aprende isso logo nas primeiras aulas), nem tudo que é legal é legítimo, e nem tudo que é legítimo é legal.

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Hebdomadário da Corte XXX – Luciano Oliveira

A democracia como um regime que acolhe a legitimidade do debate sobre o legítimo e o ilegítimo é um mote tantas vezes repetido na obra de Claude Lefort que o nosso José Guilherme Merquior, num livro sobre o marxismo ocidental, o qualificou de “prolixo”.

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Sinfonia da Ressurreição de Mahler, a busca pelo sentido da vida – Frederico Toscano

Em novembro de 2016, o manuscrito da Sinfonia n.º 2 de Gustav Mahler(1860-1911) foi vendido por 4,5 milhões de libras esterlinas, batendo o recorde segundo a Sotheby’s por ser o manuscrito musical mais caro da História.

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Memorias de Redação: “Projeto Aripuanã” – Ivanildo Sampaio

Em meados dos anos 70 do século passado, quando o Mato Grosso ainda era um Estado único – não existia Mato Grosso do Sul – estive lá, diversas vezes, como repórter de um grupo empresarial que já não existe. Encantava-me aquele mundão líquido e verde, escuro e misterioso…

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Livre Pensar – David Hulak

O pensamento voa e as palavras vão a pé, dizia Julien Green,… ,claudicando por topadas na realidade, completo eu. Chemnitz, no Estado da Saxônia. Pacaraima, divisa com a Venezuela. Lá os “supremaxistas” arianos, neonazistas; cá, a massa de manobra de campanhas eleitorais. Do Not Forget.

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Hebdomadário da Corte XXIX – Luciano Oliveira

A propósito do hebdô da semana passada, um leitor me disse que achou o termo “desintrincamento”, da lavra de Lefort, mais do que rebarbativo: achou-o obscuro. Comprometi-me em esclarecê-lo. Vamos lá! Nos textos originais, escritos em francês, o que aparece é “désintrication”.

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