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Penso, logo duvido.

Moedeiros Falsos – Clemente Rosas

Les faux monnayeurs. É o título de um livro em que o escritor francês André Gide faz duras críticas à hierarquia da Igreja Católica do seu tempo. O rótulo me ocorre agora, com a leitura do artigo do…

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Marília E Clarice – Clemente Rosas

Há quatro anos, por comentário do meu amigo W. J. Solha, tive notícia de Marília Arnaud, nossa conterrânea, contista já consagrada, que estreava no romance com o seu “Suíte de Silêncios”.

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Vida de cinema: Notas sobre uma autobiografia contemporânea – Clemente Rosas

A leitura do livro de memórias de Cacá Diegues, com esse sugestivo título, fez-me recordar o tempo em que convivi com ele, em minha breve temporada carioca, como vice-presidente da União Nacional dos…

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O Ensino da Língua Portuguesa – Clemente Rosas

O debate esfriou, a questão parece esquecida. Com meu estilo de deixar amadurecer os problemas para enfrentá-los, talvez tenha perdido a oportunidade de dar alguma contribuição ao tema.

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Em algum lugar do passado – Clemente Rosas

O escritor Aníbal Machado, pai da teatróloga e mestra em ficção infantil Maria Clara Machado, e irmão de Cristiano Machado, candidato dos comunistas à presidência da república em 1950, constitui um caso…

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A hora do revisionismo 5 – Educação: a linha justa – Clemente Rosas

Temos visto que a sociedade de hoje não se enquadra nos modelos simplórios formulados em nossos tempos de sonho e de esperança.

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A Hora do Revisionismo 3 – Os Novos Deserdados – Clemente Rosas

Comecemos por recordar o conceito marxista do “exército operário de reserva”, responsável por manter o nível de remuneração do proletariado industrial no mínimo necessário à sua sobrevivência.

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A Hora do Revisionismo 2 – A Ascensão do Proletariado – Clemente Rosas

O simples olhar, sem viseiras, de um observador da realidade brasileira de hoje já o faz perceber que os trabalhadores industriais nada mais têm das características dos seus antepassados europeus, ao tempo…

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A Hora do Revisionismo 4 – O Declínio dos “Terratenientes” – Clemente Rosas

Em meus primeiros anos no Recife, início da década de 1960, costumava ouvir, em programas radiofônicos, matéria promocional dos usineiros de açúcar…

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Para sempre Formosa – Clemente Rosas

Sempre achei “querência” uma palavra bonita, sugestiva. Lembro um hotel do centro de Florianópolis, onde me hospedei tempos atrás, que me pareceu acolhedor só por ter esse nome.

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Causos Paraibanos V – Clemente Rosas

Em seus últimos anos de vida, os filhos já tendo tomado destino, Joca Viriato vivia só, na modesta casa grande da Utinga. Quando meu avô foi visitá-lo, um dia, perguntou se ele, com tantos inimigos, conquistados com suas brabezas e impetuosidades, não temia um possível atentado.

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Causos Paraibanos IV – Clemente Rosas

O coronel da Guarda Nacional Assunção Santiago foi um antepassado remoto do meu pai, de quem tenho memória apenas do nome e do episódio inusitado que aqui reporto.

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Causos Paraibanos III – Clemente Rosas

A propriedade chamava-se Ângelo, ou “Anjo”, na língua dos matutos. Ficava no município de Ingá, conhecido como Ingá do Bacamarte, terra dos pistoleiros Zé de Totô e Mané Anjo

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Causos Paraibanos – II – Clemente Rosas

Nos idos de 1930, minha família era constituída, essencialmente, de partidários ou simpatizantes da Aliança Liberal. Avô paterno, secretário de finanças do presidente João Pessoa. Avô materno…

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Causos Paraibanos – Clemente Rosas

Antônio Madalena não havia chegado ao requinte dos malandros Rinconete e Cortadilho, personagens das Novelas Exemplares de Cervantes, que cobravam antecipadamente parte dos “trabalhos”, e tinham uma tabela de preços para os malfeitos, segundo o grau de importância

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O Roubo de “Pensamento” – Clemente Rosas

Era esse o nome do cavalo favorito do meu avô paterno, mantido na propriedade de Marés, onde ele criava gado e explorava um engenho de cachaça. A fazenda ficava no vale do Sanhauá, hoje região…

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O Sorriso no Elevador – Clemente Rosas

Conta-se que Murilo Mendes, caminhando pelas ruas de pacata cidade mineira, deparou-se com uma mulher debruçada na janela de sua casa. E, não se contendo, deteve-se, empertigou-se e discursou…

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Cena de Sangue na Rua São José – Clemente Rosas

Aconteceu em João Pessoa, nos primeiros anos da década de 50 do século passado, eu tinha uns doze ou treze anos. Estávamos terminando o almoço domingueiro, em nossa casa na rua enladeirada que, àquela…

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Poeta na Paraíba! – Clemente Rosas

Romancista ao Norte! Foi com tal anúncio que, em 1927, Alceu Amoroso Lima, o Tristão de Athayde, em artigo publicado na imprensa do Rio, chamou a atenção para o então obscuro José Américo de Almeida…

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Reminiscências Euclideanas – Clemente Rosas

Corriam os primeiros anos da década de cinquenta, na cidade de João Pessoa, e eu devia ter doze ou treze de idade. José Gerbasi Furtado, meu companheiro da Arcádia Pio X, grêmio literário mantido

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Mitologias Modernas – Clemente Rosas

Quando eu estudava Direito, na João Pessoa dos anos 1950/60, assisti a uma conferência na Faculdade de Filosofia sobre questões relacionadas às ciências do comportamento. O conferencista chamava-se…

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Fundamentos da Ética – Clemente Rosas

É usual que as almas religiosas tenham dificuldade em compreender como os ateus podem ter um comportamento ético. A questão é bem-posta pelo personagem dostoievskiano: “Se Deus não existe…

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Bens e Males da Religião – Clemente Rosas

Por certo, a opinião mais corrente é a de que a religião é benéfica aos homens, na medida em que prega a caridade, a temperança e a compaixão. E também, como tantas vezes ouvi de meus familiares, por…

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A Imortalidade Das Almas – Clemente Rosas

Comecemos por lembrar que a concepção do homem como um ser dual – constituído de corpo e de alma – vem dos gregos antigos, cujo pensamento é matriz, até hoje, da filosofia e da cultura ocidentais.

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A Natureza Divina De Jesus – Clemente Rosas

Como questão preliminar, esclareço por que me reporto a Jesus, e não a Cristo, referência mais comum nos dias de hoje.

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Os Limites da Razão – Clemente Rosas

Clemente Rosas Pois é, amigos, a nossa razão tem limites.  Para bem servir-nos dela, convém ter boa consciência deles.  Até porque não...

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Ignoramus Ou Ignorabimus? – Clemente Rosas

Por volta de 1874, o fisiologista Emil Du Bois Reymond, alemão de origem francesa, encerrou uma conferência sobre os limites do conhecimento da natureza afirmando…

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Ciência e Religião – Clemente Rosas

Quando estudante de colégio marista, em João Pessoa, rezando o terço todo dia, li, em algum compêndio, que o catolicismo, diferentemente de outras religiões, não se contrapunha ao conhecimento científico.

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A Harmonia da Natureza – Clemente Rosas

É comum ouvirmos que o homem, com seu instinto predador, potencializado pelas conquistas da ciência, está destruindo a harmonia da natureza.

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O sentido da vida – Clemente Rosas

A filosofia não é privilégio dos filósofos. Todos nós, simples mortais, habitualmente a praticamos.

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