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Penso, logo existo.

Adeus, Ulisses – Homero Fonseca

Finalmente sou um homem livre. Melhor dizendo, um leitor para quem o sol da liberdade brilhou em raios fúlgidos. Depois de várias tentativas e de haver lido as primeiras 500 e as últimas 60 e tantas páginas do Ulisses, decidi abandonar definitivamente sua leitura. Percebi que não vale a pena o esforço e livrei-me do terrível peso de uma obrigação.

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Preconceito Linguístico? – Homero Fonseca

Passado quase um mês dos festejos juninos, algo continua ecoando na minha cabeça e não é o estrondo dos rojões. É uma palavra, uma mísera palavra, que, todo ano, por essa época, martela meus ouvidos…

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