Desejos – Fernando da Mota Lima
“E se tudo isso acontecer/ Não tenho mais nada para te desejar”.
(Do poema Desejos, atribuído a Victor Hugo)
“E se tudo isso acontecer/ Não tenho mais nada para te desejar”.
(Do poema Desejos, atribuído a Victor Hugo)
Nesta época a gente fica de coração mais mole. Esse ano, sem a presença dos filhos, fiz o propósito de passar ao largo das festas de Natal e Ano Novo.
consulte Mais informaçãoTeresa Sales Aqui bem pertinho, na Fazenda Macuca, município de Correntes. Pedaço bom do Agreste onde outrora se plantava o melhor café do Brasil. Imaginem uma banda (pernambucana) típica de New Orleans, puxada por um boi de BumbaMeuBoi e comandada por um Capitão de Cavalo Marinho. Estamos no terceiro e último dia do Macuca Jazz […]
consulte Mais informação De modo que o meu espírito/
Ganhe um brilho definido/
Tempo, tempo, tempo, tempo/
E eu espalhe benefícios/
Tempo, tempo, tempo, tempo/
(Oração ao tempo – Caetano Veloso)
Zé Valentão era baixinho e musculoso. Moreno, trazia a coragem, a honra e a fortaleza do homem do sertão. Quando chegou na Vazante, nossa fazenda próxima a Caruaru, eu tinha uns nove anos…
consulte Mais informaçãoDeus flutuava no meio do nada, entediado com a eternidade inútil e vazia, padecendo de uma grande solidão…
consulte Mais informaçãoA mãe de Jânio tinha um olho de vidro. Todas as vezes que ia brincar com ele em sua casa, ficava meio arredio quando ela se aproximava de mim…
consulte Mais informaçãoÀ sombra do frondoso pé de Ficus Benjamim, olhando para a Praça Cel Porto, quatro meninos se esmeram para ter as suas fincas afiadas. Rec, rec, rec…
consulte Mais informaçãoEle havia chegado de uma caçada. Mal esperou para me pegar e ficar brincando comigo, me arremessando com segurança no ar, para logo depois me apanhar…
consulte Mais informaçãoNo último debate eleitoral, os candidatos trocavam perguntas e acusações, cada um inventando o mundo de fantasias do que seria o Brasil nos seus governos.
consulte Mais informaçãoPor favor, apresente-me àquele seu amigo, que senta ao seu lado, na conferência – a moça soviética havia pedido ao Bezerra, que se apressara em me dar a notícia.
consulte Mais informaçãoJoão Rego Mantinha permanentemente pendurados por um cordão, pedaços de carne seca e toicinho. Quando ia cozinhar o feijão, com engenhoso gesto soltava o barbante, que deslizava pelos esfumaçados caibros rústicos do teto da sua cozinha, até chegar com aquela “toiceira” de carne defumada na panela. Após cumprida a missão de liberar seus sabores no […]
consulte Mais informaçãoFui concebido e gestado num tempo bom. Depois de escrito, minha autora escolheu à dedo (ou melhor dizendo, eu é que fui escolhido por) uma madrinha que, com todo o gosto e zelo, preparou o enxoval.
consulte Mais informaçãoJoão Rego Meu avô tinha um chapéu de Jim das Selvas. Durante sua vida toda, pelo menos a que eu convivi com ele, trabalhou como Guarda da Febre Amarela. Todos os agentes tinham aquele chapéu e uma farda caqui, que era sua marca registrada. Doença transmitida pelo bisavô do mosquito da dengue, fez um enorme […]
consulte Mais informaçãoGrandes livros são frequentemente narrativas de viagens. A volta de Odisseu a Ítaca em Homero, a viagem de Dante Alighieri ao mundo dos mortos.
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