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Penso, logo duvido.

Eu e ELES – Ecos de memória política – Clemente Rosas

No final de 1964 – mesmo inocentado pela Comissão Geral de Investigações – por conta do meu passado de militância política estudantil, fui demitido da SUDENE.  Meu regime de trabalho era “celetista”, o que permitia a demissão, ainda que sem “justa causa”.

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Experiência teatral na Aliança Francesa do Recife – Fernando Dourado

Nos anos 1970, o grupo de teatro da Aliança Francesa do Recife começou a se formar ainda no endereço da rua Barão de São Borja, no bairro da Boa Vista. O melhor centro para aprendizado de francês do Nordeste, e seguramente um dos melhores do Brasil…

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Eu e ELES: ecos de memória política – Clemente Rosas

Para Joaquim Inácio Brito, parceiro de longas conversas “de omni re scibili et quibusdam aliis”, que me sugeriu escrever estes textos.

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A última semana de um certo mês de Julho – Fernando Dourado

Não sei se deveria dedicar tanto tempo ao noticiário impresso. Não bastassem as incursões pelas redes sociais (cada vez menos frequentes, é verdade), por que sacrificar momentos preciosos em que poderia me entregar às caminhadas, com a leitura dos jornais em papel…

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A feira de Caruaru – Teresa Sales

Agora estou em dúvida se já não escrevi há pouco mais de um ano, nesta revista, uma crônica com o mesmo cenário e quase as mesmas personagens. Preguiça de entrar no site pra ver. Bom, talvez a questão agora seja outra.

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Carta De Portugal – Sérgio C. Buarque

No livro “Carta a Portugal – divagações de um velho sertanejo sobre a Água e a Pedra endereçadas ao Senhor Presidente”, o personagem criado por Fernando Dourado Filho escreve uma longa correspondência para o atual presidente português, Marcelo Rebelo de Sousa, propondo a anexação do Brasil por Portugal.

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O enterro do general – Fernando Dourado

Hoje Florence veio me visitar. Eu até imaginava que ela fosse trazer a pequena Francesca para desanuviar os ares, para ajudar-nos a desarmar os espíritos hostis que têm prevalecido entre nós, e cujas trocas andam, para dizer pouco, um tanto travadas desde a morte do pai dela.

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Netuno – Fernando Dourado

Primeiro foi só uma impressão, quase esperança.
Mas quando Demétrio Castro reconheceu a garçonete que, desengonçada, atendia no Pachamama, de imediato se sentiu um homem renovado, um ser humano quase feliz.

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A senhora Li, a operadora de eclusas – Fernando Dourado

Wu disse que fiquei corada quando o juzhang  Cheng fez a saudação de praxe no salão de banquete da prefeitura. “Para a camarada Li, hoje promovida a gerente de operações, tornando-se nossa primeira zong jingli. Que permita pois a nossas balsas transportar toda riqueza possível…

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Estância de Ginastera, quatro danças com tempero portenho – Frederico Toscano

Com a morte de Heitor Villa-Lobos em 1959, Alberto Evaristo Ginastera(1916-1983) tornou-se o mais popular compositor erudito sul-americano.

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Cem anos de “À Sombra das Raparigas em Flor” – Paulo Gustavo

Os proustianos de todo o mundo, sobretudo os franceses, estão festejando os 100 anos do segundo volume do maior (e, para eles, o melhor) romance já escrito: “Em busca do tempo perdido”. Incluo-me na fila dos devotos, com a humildade que requer esse magnífico templo da literatura…

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A Viena Vermelha – João Rego

Imaginem um país destruído após uma terrível guerra, como foi a Primeira Guerra Mundial. A Áustria, derrotada, viu o Império Austro-Húngaro ruir. Em 1918, encerrava-se um regime de poder constituído desde 1867.

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Carta a Portugal – Fernando Dourado

Todos os detalhes estavam finalizados. Entre o feriado de 1 de maio de 2019 e o domingo seguinte, passei ao editor a minibiografia pedida, os textos sugeridos para a contracapa e as badanas – nome que se dá em Portugal às orelhas dos livros -, e batemos o martelo com respeito à capa.

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Amigos do Mar – Clemente Rosas

Amigos?  Talvez não seja adequada a expressão, pois desde sempre os tenho pescado, e mesmo impiedosamente caçado, por algum tempo, no fundo de suas locas.  Mas sempre com a autoimposição de comê-los, pois é da natureza humana comer outros viventes de carne e osso.  Como disse Augusto dos Anjos, com sua habitual amargura, na segunda estrofe do poema “À Mesa”:

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Impressões de um viajante: Viena – João Rego

Viena, na passagem do século XIX para o século XX, foi a origem de uma revolução na forma como seria definida nossa humanidade. No epicentro dessa revolução estava Freud e seu livro “A Interpretação dos Sonhos”. Como toda revolução duradoura, a princípio, não foi bem recebida.

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Quase réquiem para Ed, o gato – Fernando Dourado

“And let me touch those curving claws of yellow ivory; and grasp the tail that like a monstrous asp coils round your heavy velvet paws”.  Oscar Wilde  

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Impressões de um viajante: Berlim – João Rego

Berlim é uma Babel moderna, acolheu desde após a Segunda Guerra Mundial milhares de imigrantes turcos. Hoje, depois de Istambul e Ancara, é a terceira maior cidade turca. Ao longo de décadas,  imigrantes de várias nacionalidades se foram estabelecendo, formando um rico e diversificado mosaico cultural.

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Um roteiro de filme: saia curta, sem sutiã e calcinha de renda – Fernando Dourado

Berta Kubits mandou uma orquídea para a psicanalista no dia 6 de maio. “Pelo teu dia, com carinho e gratidão. Beijos, Berta. PS – Ele chegou. Jantamos ontem e vamos viajar hoje. Na volta, te conto tudo”. Àquela altura, na verdade, a última coisa que passaria pela cabeça de Berta é que, por uma razão nada fortuita, não haveria a volta.   

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Prasna Upanishad – João Rego

O ato de existir demanda muito da nossa compreensão. É em torno da existência que as religiões, e depois a ciência, vêm produzindo interpretações e conhecimento das causas e destinos do existir – um processo de milênios, avançando, avançando, porém sem nunca desvendar tudo.

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Dois personagens, um país – Luiz Otavio Cavalcanti

Li a entrevista do ex presidente Lula. Olhando o ser humano, o político e o homem diante da grandeza da história.

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A paixão sob a lona do circo – Ivanildo Sampaio

Nesta Semana Santa recém-finda, chamou a atenção o número de “dramas da Paixão” apresentados em Pernambuco, desde o famoso e pioneiro espetáculo de Nova Jerusalém, no Agreste, até encenações  mais pobres e mais modestas espalhadas pelas várias regiões do Estado.

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O mal não pede licença – Fernando Dourado

“Quietinha, dona, quietinha, baixe a cabeça, não olhe pra gente, viu. Se não conseguir fechar os olhos, olhe pro chão, tá ouvindo? Mas não olhe pra gente porque se olhar, vai ficar ruim pra senhora, entendeu? A senhora não era pra estar aqui, dona.

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Calinadas XII – Encômio a SPP

Tenório, o filósofo de coisas úteis da vila, dá um conselho aos amigos. Entre eles, Noblat e José Paulo. Escrevam em código, porque a censura se instalou no País.

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Sobre Pelé – Fernando Dourado

Pelé está bem doente. Como sabemos, ele é eterno na dimensão do futebol. Daqui a 100 anos, gerações ainda conversarão sobre o Rei, muito embora a escassa documentação de seus feitos – comparada ao acervo de outros craques que eclodiram no começo do milênio -, o deixará em alguma desvantagem.

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Rua do Recife, 122 – Fernando Dourado

A rua do Recife não poderia deixar de ser para mim, ontem como hoje, a mais importante de Garanhuns, senão também do mundo. Pois foi no número 122 que moraram mamãe, suas irmãs e irmão – sendo ela Lucy, as irmãs Nicinha, Dulce, Lígia e Maria Ana, dita Bebé…

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CALINADAS X – Encômio a SPP

Na vila não se fala outra coisa. Como será a conversa de Temer e Lula atrás das grades? Aberto o concurso para saber quem é o mais cretino na República. Dizem que o “sapo” é o mais forte candidato.

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Amigos Alados – Clemente Rosas

Lembro um texto de Vinícius de Moraes, nosso saudoso poetinha, em que ele louva a amizade, valorizando-a mais do que o amor.  Diz que pôde encarar o fim de muitos amores, mas não suportaria a perda de todos os seus amigos. 

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O Lúcido desejo de liberdade – Paulo Gustavo

Num país que não prima muito por sua memória e onde tudo parece estar sempre começando num eterno presente, é alentador que o passado histórico seja lembrado às novas gerações. Assim fazem anualmente as escolas de samba em meio aos prazeres do Carnaval.

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Da Itália à Suíça – Fernando Dourado

Hoje acordei bastante mal. Ou apenas razoavelmente mal – convém relativizar para achar um meio termo, ainda que seja na linguagem. O céu estava azul, e as camélias, magnólias e castanheiras estão em plena floração lá pelas bandas do lago Maggiore.

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Trinta e cinco anos, hoje – Clemente Rosas

Verba volant, scripta manent (as palavras voam, os escritos permanecem).  No nosso caso, as minhas palavras não apenas voam e se perdem: suscitam outras, suas, muitas vezes duras como punhais.  Por isso resolvi deixar por escrito o que tenho a lhe dizer hoje, quando completamos trinta e cinco anos de casados.

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