Eu e a Ditadura Militar: Os dias em que não fui herói III – Luciano Oliveira
Terminei o relato passado falando do medo que senti ao ser intimado para prestar esclarecimentos à Polícia Federal.
consulte Mais informaçãoTerminei o relato passado falando do medo que senti ao ser intimado para prestar esclarecimentos à Polícia Federal.
consulte Mais informaçãoO escritor Aníbal Machado, pai da teatróloga e mestra em ficção infantil Maria Clara Machado, e irmão de Cristiano Machado, candidato dos comunistas à presidência da república em 1950, constitui um caso…
consulte Mais informação“Você não verá aqui em Tbilisi uma só família que não tenha sofrido por conta dos famigerados russos. Já não falo nem da tortura psicológica que significava viver na defensiva porque este era um estado…
consulte Mais informaçãoViajar de trem é uma das delícias do Velho Continente. Hoje, tomando o comboio que sai da Estação de Santa Apolônia, ao pé do rio Tejo, vou cumprir um dos propósitos dessa viagem.
consulte Mais informaçãoDifícil “sair” do Brasil, nesse momento em que nosso país tem novidades políticas a cada dia. Para o bem – afinal, estamos passando o país a limpo? – ou para o mal: uma incômoda lama, tal o estouro…
consulte Mais informaçãoNo primeiro dessa série de artigos relatando eventos que se passaram comigo durante a ditadura militar, fiz uma confissão de pusilanimidade, ao não me solidarizar com um colega de faculdade…
consulte Mais informaçãoA caminho de visitá-la em casa com a intenção de lá pernoitar pela primeira vez, Félix se deteve longamente diante das barracas de flores que margeiam o muro do cemitério do Araçá e, sem pressa…
consulte Mais informaçãoMajestade, Meus respeitos. Pouco familiarizado com o protocolo real, pois já esqueci os rudimentos aprendidos no passado, achei disparatado me dirigir à Rainha das rainhas com um coloquial hello, como…
consulte Mais informaçãoBom zagueiro na juventude e entusiasta do futebol viril que se jogava na Faculdade de Medicina, Krikor amava a avó rabugenta que, quase todo dia, tartamudeava as orações em armênio e…
consulte Mais informaçãoHá muito que eu queria escrever sobre Murilinho, meu primo que faleceu há poucos anos. Escrever sobre a morte de amigos próximos e parentes, com os quais convivemos, é também, sob certo aspecto…
consulte Mais informaçãoA semana aqui, no blog revista Será?, começa na sexta feira, pois os seus editores resolveram fechar o recebimento de artigos na quinta a noite.
consulte Mais informaçãoUma das maravilhas dos tempos de hoje é que você pode sentar numa livraria e ler à vontade o livro que lhe agradar. Mais do que isso: algumas pessoas fazem dos salões iluminados um verdadeiro lar ou escritório.
consulte Mais informaçãoMarcelo Barros é um delegado de polícia que escuta Pink Floyd, lê Hannah Arendt e vê os filmes de Lars Von Trier.
consulte Mais informaçãoCada vez que se deslocava de um ponto para outro no mundo, a receita mais eficaz para adormecer nos longos voos consistia em rememorar o Recife dos anos 1960. Muita coisa marcara a vida de Felipe na cidade costurada pelas pontes.
consulte Mais informaçãoGünter Grass, em meados dos anos cinquenta, estava escrevendo uma de suas obras de ficção, e em dado momento já tinha escrito muitos pedaços, “mas a primeira frase continuava faltando”, segundo ele.
consulte Mais informação
Assine para receber nossos artigos no seu e-mail.