Hebdomadário da Corte XXI – Luciano Oliveira
Alô amigos da Rede Bolha! Até 15 de julho, já sabem: continuo na “bolha da copa”. Eu e Galvão!
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consulte Mais informaçãoCorriam os anos 70 do século passado, e eu trabalhava como executivo de uma empresa produtora de papelão ondulado do Grupo Klabin, com unidade industrial na cidade de Goiana e escritório na capital de Pernambuco.
consulte Mais informação“Meu nome é M. Rao e sou comerciante de pedras preciosas aqui em Jeddah desde os anos 1990, quando interrompi meus estudos para vir tomar conta do comércio da família depois da morte de nosso pai. Com duas irmãs para casar, e sabendo que o maior desejo dele …
consulte Mais informaçãoAcho que foi por volta de abril que começamos a ventilar em família a possibilidade de tomarmos um navio no meio do ano de 1968 para visitar o Rio de Janeiro.
consulte Mais informaçãoAh… não tem jeito! Mesmo sem a expectativa e a alegria de antigamente, basta a Copa do Mundo começar e me enfio numa bolha onde me isolo das encrencas do mundo: Lava-Jato, Donald Trump, Guerra às Drogas, Atlas da Violência, Jair Bolsonaro – tudo isso, e muito mais, fica de fora.
consulte Mais informaçãoDepois de “Fim de festa no estádio do Sarrià” e de “É tetra, é tetra, é tetra…”,ambos publicados nesta “Será?” nas últimas semanas, hoje vem o último bloco. Este cobrirá os anos de 2002, 2006, 2010 e 2014, quando a Copa do Mundo foi realizada no Brasil.
consulte Mais informaçãoChego a mais uma Copa do Mundo na minha vida. A primeira foi no longínquo ano de 1962, em Itabaiana, interior de Sergipe. Brasil bicampeão mundial de futebol. Dela, tenho apenas lembranças muito vagas. Era um menino, e como lá em casa…
consulte Mais informaçãoNo artigo passado, procedi a um longo resgate das reminiscências gravadas na memória dos anos de 1958, 1962, 1966, 1970, 1974, 1978 e, finalmente, 1982, quando sucumbimos a três gols pelos pés do italiano Paolo Rossi, o que levou a que o futebol elevado à arte cênica jamais voltasse a ser o mesmo.
consulte Mais informaçãoNão estou interessado na Copa. A última que mexeu comigo foi a de setenta. Depois daquela todos me achavam estranho, despatriota. Acompanhei a de 70 desde a fase de classificação quando o camarada João Saldanha, na primeira entrevista que deu, escalou a seleção, do goleiro ao ponta esquerda, e priu.
consulte Mais informaçãoNasci em 1958 e tinha três meses de vida quando arrebatamos a primeira Copa do Mundo. Bem entendido, não tenho nenhuma lembrança desse ano da graça, o que nunca me impediu de estufar o peito e de louvar a coincidência dos fatos.
consulte Mais informaçãoDispensando os leitores até esta sexta, no domingo, fui aconselhado por um dos Editores para anotar o que me causa espécie, estupor, todos os dias.
consulte Mais informaçãoPassei uma semana sem me desgrudar do livro Lima Barreto: triste visionário, de Lilia Schwarcz, volumosa biografia do primeiro escritor brasileiro a reivindicar a condição de “escritor negro”.
consulte Mais informaçãoCão danado, todos a ele. Antes do forrobodó causado pela greve dos caminhoneiros não li ou ouvi o cacete quebrando nas costas de Parente e da Petrobrás. Agora querem a sua cabeça e privatização ampla geral e irrestrita.
consulte Mais informação “Uêba! Uêba!” – como diz o Macaco Simão. Esta semana, só tem crítica cultural.
Finalmente, com vários meses de atraso, conheci, via YouTube, Jojô Todynho e seu mega-sucesso Que tiro foi esse?Transcrevo os primeiros versos…
Costumo chegar atrasado aos acontecimentos. Chego agora mais uma vez, algumas semanas depois da descoberta, mediante a liberação de documentos sigilosos da CIA, de que o general Ernesto Geisel, quarto presidente da ditadura militar, não apenas sabia, mas autorizou a eliminação de “subversivos perigosos”.
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