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Penso, logo existo.

Hebdomadário da Corte XXXVIII – Luciano Oliveira

Cheguei há pouco do lugar onde votei, e voltei bem menos infeliz do que aconteceu há três semanas. Há uma semana escrevi que iria votar com a mesma camiseta vermelha do primeiro turno, mas que dessa vez iria com medo.

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Hebdomadário da Corte XXXVII – Luciano Oliveira

No primeiro turno das eleições fui votar com uma discreta camiseta vermelha. Senti receio, mas foi só. No domingo próximo, vou votar outra vez com a mesma camiseta vermelha. Mas desta vez o receio subiu um grau no meu termômetro interno: irei com medo.

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Hebdomadário da Corte XXXVI – Luciano Oliveira

“Pensar feridas” é uma expressão que desapareceu do nosso léxico, mesmo nos seus usos cultos. É pena, porque é uma bela expressão, e valiosa na sua ambiguidade. Nela, o verbo “pensar” ainda guarda o sentido, perdido entre nós, de curar, aliviar.

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Hebdomadário da Corte XXXV – Luciano Oliveira

 “É bom Jair se acostumando”. Quando esse trocadilho (reconheço que bem bolado) apareceu, faz meses, parecia brincadeira. Mas eis que o Coiso virou coisa séria… No campo da esquerda democrática a que pertenço, estamos todos boquiabertos e preocupados…

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Hebdomadário da Corte XXXIV – Luciano Oliveira

Como muita gente, nesta antevéspera do primeiro turno das eleições, estou com medo. Disseram-me que na carreata pró-Bolsonaro no domingo último, em Boa Viagem, manifestantes faziam o gesto em “L”, com o polegar e o indicador em riste, simbolizando o velho Colt dos faroestes americanos que encantavam…

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Hebdomadário da Corte XXXIII – Luciano Oliveira

É tempo de concluir essas reflexões lefortianas sobre a democracia dizendo alguma coisa sobre a “tentação totalitária” que a ronda permanentemente. O perigo é compreensível e faz parte mesmo da sua dinâmica

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Hebdomadário da Corte XXXII – Luciano Oliveira

Acho que faltou no “hebdô” da semana passada um post-scriptumendereçado ao leitor que me sugeriu escrever sobre legalidade e legitimidade. Escrevo-o agora, me valendo outra vez do pensamento de Claude Lefort – do qual tenho me servido nessas reflexões sobre democracia.

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Hebdomadário da Corte XXXI – Luciano Oliveira

Um dos meus cinco leitores sugeriu-me que abordasse nessa série de reflexões sobre a democracia a distinção entre legalidade e legitimidade. Como se sabe (todo estudante de direito aprende isso logo nas primeiras aulas), nem tudo que é legal é legítimo, e nem tudo que é legítimo é legal.

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Hebdomadário da Corte XXIX – Luciano Oliveira

A propósito do hebdô da semana passada, um leitor me disse que achou o termo “desintrincamento”, da lavra de Lefort, mais do que rebarbativo: achou-o obscuro. Comprometi-me em esclarecê-lo. Vamos lá! Nos textos originais, escritos em francês, o que aparece é “désintrication”.

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Cartas ao Editor – Luciano Oliveira

Fico lisonjeado com a saudade dos nossos leitores (“Queremos Luciano! Queremos Luciano! Queremos Luciano!” [ahahahahah…]), e mais ainda com a sua.

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Sartre de Beauvoir – Luciano Oliveira

Jean-Paul Sartre e Simone de Beauvoir formaram durante meio século um casal mágico para minha geração – aquela que nos anos 60 descobriu o marxismo, encantou-se com a revolução cubana e deu de…

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Brilhante Ustra e a verdade mais uma vez sufocada – Luciano Oliveira

Soube há coisa de um mês que um livro do coronel Carlos Alberto Brilhante Ustra – comandante do DOI-CODI paulista entre 1970 e 1974 –, A Verdade Sufocada, estava na lista dos mais vendidos…

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Eu e a Ditadura Militar: Os dias em que não fui herói III – Luciano Oliveira

Terminei o relato passado falando do medo que senti ao ser intimado para prestar esclarecimentos à Polícia Federal.

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Eu e a Ditadura Militar. Os dias em que não fui herói II – Luciano Oliveira

No primeiro dessa série de artigos relatando eventos que se passaram comigo durante a ditadura militar, fiz uma confissão de pusilanimidade, ao não me solidarizar com um colega de faculdade…

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Eu e a Ditadura Militar: Os dias em que não fui herói I – Luciano Oliveira

Conversas recentes com um velho amigo e professor da Universidade Federal de Sergipe, Afonso Nascimento, têm revirado minha memória e feito virem à tona acontecimentos do tempo em que…

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A Caixa das Maçãs Podres. Breve notícia sobre um livro que precisa ser (mais) conhecido – Luciano Oliveira

Marcelo Barros é um delegado de polícia que escuta Pink Floyd, lê Hannah Arendt e vê os filmes de Lars Von Trier.

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Na polis, só o que aparece, é; e nem tudo o que é pode aparecer – Luciano Oliveira

Nas últimas semanas, assustado com a “tagarelice democrática” que ensurdeceu a sensatez no país, mais de uma vez senti o impulso de escrever alguma coisa.

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EXPRESSO BRASÍLIA: Uma história pouco conhecida da nossa Babilônia – Luciano Oliveira

Luciano Oliveira Nunca me esqueci dos três nomes mágicos que enfiei na cabeça para fazer uma prova de história, quando era menino: Quéops,...

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“Não se diz tudo ao marido” O feminismo não feminista de Conceição Lafayette – Luciano Oliveira

Conceição Lafayette é professora do Departamento de Sociologia da Universidade Federal de Pernambuco…

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Um Defeito de Cor: um romance de formação – Luciano Oliveira

Os que pertencem à minha geração, aquela que se formou intelectual e politicamente nos anos 1960, conhecem a expressão e o charme de sua designação…

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