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Penso, logo duvido.

Vida Aberta – Tratado Poético-Filosófico – Clemente Rosas

Posted on nov 8, 2019

Há quatro anos, publiquei em algumas revistas eletrônicas “Revista Será?” e “Uma coisa e outra” um artigo sobre os poemas longos do meu conterrâneo W. J. Solha: “Trigal com Corvos”, “Marco do Mundo”, “Esse é o Homem”, e também “DeuS e Outros Quarenta PrOblEMAS”. 

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Eu e ELES: Ecos de memória política – Clemente Rosas

Posted on out 11, 2019

Conheci Cristovam Buarque por volta de 1968, quando, com grande sacrifício financeiro, resolvi fazer uma “reciclagem” e me inscrevi num curso de mestrado em economia da UFPE, trabalhando apenas meio expediente no PLANESC, escritório de projetos de amigos paraibanos.

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Eu e ELES: Ecos de memória política – Clemente Rosas

Posted on out 4, 2019

Quando meu conterrâneo Cássio Cunha Lima – o homem que, sem me conhecer, me nomeou Procurador Geral da SUDENE – resolveu, no final de 1993, deixar a superintendência da autarquia para retomar sua carreira política, comentou-se que o presidente Itamar Franco…

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Eu e ELES: Ecos de memória política – Clemente Rosas

Posted on set 27, 2019

Na segunda metade da década de 50 do século passado, começou-se a falar, na Paraíba, de um de seus filhos emigrados.  Nascido em Pombal, no sertão do Estado, havia-se transferido, adolescente, para João Pessoa, e poucos anos depois para a capital do país, onde se formou em Direito.

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Eu e ELES – Clemente Rosas

Posted on set 20, 2019

Voltando à Paraíba em 1962, ao final do meu mandato na diretoria da União Nacional dos Estudantes, para concluir o meu curso de Direito, travei conhecimento com um rapaz franzino, de grossos óculos, pouco mais jovem do que eu, que trabalhava na Rádio Tabajara, emissora do Governo do Estado. 

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Eu e ELES: Ecos de memória política – Clemente Rosas

Posted on set 13, 2019

Quando ouvi falar, pela primeira vez, em Ariano Suassuna, na década de 50 do século passado, tinha quinze ou dezesseis anos, e estava ainda no curso secundário.  O Teatro do Estudante da Paraíba encenava, no Teatro Santa Roza, de João Pessoa…

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Eu e ELES: Ecos de memória política – Clemente Rosas

Posted on set 6, 2019

No ano de 1968, participei, como observador da FUNDINOR – Fundação para o Desenvolvimento Industrial do Nordeste, da reunião de criação da SUDAM – Superintendência do Desenvolvimento da Amazônia.  Na verdade, um belo passeio pelo rio Amazonas, com o rótulo de “seminário”, a bordo do navio Rosa da Fonseca…

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Eu e ELES: Ecos de memória política – Clemente Rosas

Posted on ago 30, 2019

Nos anos 1961-62, tempo de minha breve experiência de política universitária, só havia uma UEE (União Estadual de Estudantes) em oposição à UNE: a de Pernambuco, presidida pelo liberal Marco Antônio Maciel.

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Eu e ELES – Ecos de memória política – Clemente Rosas

Posted on ago 23, 2019

A morte de Alcides Carneiro, em 1976, na distante Brasília, talvez possa ser comparada pelos paraibanos com a de Edith Piaf.  A França perdeu a sua cotovia, a Paraíba, o mais inspirado orador de massas de sua história. 

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Eu e ELES – Ecos de memória política – Clemente Rosas

Posted on ago 16, 2019

No final de 1964 – mesmo inocentado pela Comissão Geral de Investigações – por conta do meu passado de militância política estudantil, fui demitido da SUDENE.  Meu regime de trabalho era “celetista”, o que permitia a demissão, ainda que sem “justa causa”.

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Eu e ELES: ecos de memória política – Clemente Rosas

Posted on ago 9, 2019

Para Joaquim Inácio Brito, parceiro de longas conversas “de omni re scibili et quibusdam aliis”, que me sugeriu escrever estes textos.

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Karl Marx: Herói ou Bandido? – Clemente Rosas

Posted on jul 26, 2019

O tema da ideologia marxista, também conhecida como “materialismo histórico”, “materialismo dialético”, ou ainda, pretensiosamente, “materialismo científico”, volta ao debate pelas mãos do professor Washington Rocha, da Universidade Federal da Paraíba, em livro recentemente editado. 

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Amigos do Mar – Clemente Rosas

Posted on maio 31, 2019

Amigos?  Talvez não seja adequada a expressão, pois desde sempre os tenho pescado, e mesmo impiedosamente caçado, por algum tempo, no fundo de suas locas.  Mas sempre com a autoimposição de comê-los, pois é da natureza humana comer outros viventes de carne e osso.  Como disse Augusto dos Anjos, com sua habitual amargura, na segunda estrofe do poema “À Mesa”:

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Amigos Alados – Clemente Rosas

Posted on mar 22, 2019

Lembro um texto de Vinícius de Moraes, nosso saudoso poetinha, em que ele louva a amizade, valorizando-a mais do que o amor.  Diz que pôde encarar o fim de muitos amores, mas não suportaria a perda de todos os seus amigos. 

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Trinta e cinco anos, hoje – Clemente Rosas

Posted on mar 8, 2019

Verba volant, scripta manent (as palavras voam, os escritos permanecem).  No nosso caso, as minhas palavras não apenas voam e se perdem: suscitam outras, suas, muitas vezes duras como punhais.  Por isso resolvi deixar por escrito o que tenho a lhe dizer hoje, quando completamos trinta e cinco anos de casados.

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Memórias da Caserna IV – Clemente Rosas

Posted on jan 11, 2019

Soldado, naquele tempo, não podia sair “à paisana”, a não ser com permissão especial, e definição prévia de tempo e lugar.  Cheguei a me apresentar, fardado, em pleno salão do CEU (Clube do Estudante Universitário), prestar continência e pedir permissão a um tenente para permanecer no local. 

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Memórias da Caserna III – Clemente Rosas

Posted on jan 4, 2019

Certamente, o melhor da minha vivência na caserna foram as marchas e os acampamentos.  Fizemos alguns, quase sempre no altiplano do Cabo Branco, deserto naquela época. Íamos a pé, levando um pesado equipamento. 

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Memórias da Caserna II – Clemente Rosas

Posted on dez 28, 2018

O Regimento se compunha de cinco companhias: duas companhias de fuzileiros, a Companhia de Petrechos Pesados (CPP), a Companhia de Canhões Anti-Carro (CCAC) e a Companhia de Comando e Serviço (CCS), que o tenente Moreira, nosso comandante, para nos valorizar, classificava como uma “companhia de elite”.

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Memórias da Caserna I – Clemente Rosas

Posted on dez 21, 2018

No meu tempo de jovem, para os filhos do patriciado e da classe média paraibana, as alternativas de fuga à conscrição militar eram fazer o CPOR (Curso Preparatório de Oficiais da Reserva), no Recife, ou recorrer a alguém de prestígio para ser dispensado…

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O Sorriso da Doutora Juíza – Clemente Rosas

Posted on nov 9, 2018

Com o perdão das menos dotadas, segundo o poetinha Vinícius de Moraes, beleza é fundamental.  É um componente importante no juízo que fazemos sobre as pessoas, e não deve ser desprezado.  Prova disso podemos colher até no sentimento religioso: seria possível imaginar uma Nossa Senhora feia?

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Adeus, Lucy – Clemente Rosas

Posted on nov 2, 2018

Vejo muito pouco TV.  Quase que só noticiários, um ou outro programa esportivo, raríssimos filmes. Mas um dia (lá se vão cinco anos!), já deitado, tive a atenção despertada para o programa “The Voice”, em que uma mocinha cantava, acompanhando-se com a sanfona. 

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Crônica de Um Plágio Histórico (*) – Clemente Rosas

Posted on out 19, 2018

Amigos, já haviam ouvido falar de uma cidade chamada Piumhy?  Confesso, eu também não.  Mas ela existe, perdida nas montanhas de Minas Gerais.  E nos idos de 1827, editou uma publicação: “O Almanach de Piumhy”…

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Causos Paraibanos: Figuras dos meus verdes anos ii – Clemente Rosas

Posted on abr 6, 2018

Chico Gaioleiro, assim chamado por fazer gaiolas de passarinhos, é o primeiro dessa lista de infelizes.  Com grave doença, não sei se hepática ou renal, era acometido de hidropisia, e se apresentava, com o ventre tão…

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Causos Paraibanos – Figuras Dos Meus Verdes Anos – I – Clemente Rosas

Posted on mar 30, 2018

É bem conhecida a afirmação do poeta inglês, de que a criança é pai do adulto.  Poucos anos de sua infância passou Manuel Bandeira no Recife, e esse tempo impregnou, assumidamente, toda a sua obra. 

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Causos Paraibanos: Tipos Populares – Clemente Rosas

Posted on fev 2, 2018

Um dos encantos das pequenas cidades – a João Pessoa da minha infância poderia ainda enquadrar-se nessa categoria – é a presença de tipos populares, que ganham notoriedade por alguma característica física, ou mental, que apresentem. 

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De romancistas, brasileiros e russos – Clemente Rosas

Posted on ago 25, 2017

Uma conferência sobre Dostoiévski, proferida no ciclo de palestras que a Fundação Joaquim Nabuco está promovendo, em colaboração com a Fundação Astrojildo Pereira e o Centro Josué de Castro, a pretexto do centenário da Revolução Russa…

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Utinga subsiste! – Clemente Rosas

Posted on ago 4, 2017

Dois anos atrás, comecei a escrever os “causos paraibanos”, histórias contadas por meu pai, ou vividas na minha infância.  E os personagens mais ricos dessas histórias talvez tenham sido, ao narrar suas aventuras, meu tio-avô Joca Viriato, senhor do engenho Utinga, e seus descendentes.

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A Memória sem Grilhões – Clemente Rosas

Posted on jun 23, 2017

Álvaro Moreyra, em seu livro “As Amargas, Não”, clássico da literatura de reminiscências, conta o diálogo com o seu carcereiro, ao sair de prisão por delito de pensamento, nos turbulentos anos 30 do passado século.

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Causos Paraibanos: Argonautas Paroquiais – Clemente Rosas

Posted on jun 2, 2017

Éramos adolescentes, por volta dos quinze anos, eu e meu irmão, quando fomos convidados para um passeio de barco especial: pelos autores do convite – dois padres – e pelo destino – um convento de freiras…

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Quem é do mar não enjoa – Clemente Rosas

Posted on abr 28, 2017

Enfim, vencido pela febre do mar de que fala o poeta inglês, e a convite de um amigo velejador, voltei a singrar as ondas, em um barco esbelto e branco como um cisne. Tive ainda uma motivação adicional: o destino era a Praia Formosa…

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