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Penso, logo existo.

Uma Oração para Hiroxima – Ivanildo Sampaio

Hiroxima sempre me fascinou. Menino ainda, de calças curtas, lia na revista Seleções, que meu pai assinava desde seus tempos de solteiro, relatos sobre a infeliz cidade japonesa, cobaia para o primeiro artefato nuclear disparado pelo homem…

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Memorias de Redação: “Projeto Aripuanã” – Ivanildo Sampaio

Em meados dos anos 70 do século passado, quando o Mato Grosso ainda era um Estado único – não existia Mato Grosso do Sul – estive lá, diversas vezes, como repórter de um grupo empresarial que já não existe. Encantava-me aquele mundão líquido e verde, escuro e misterioso…

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No tempo dos discos voadores – Ivanildo Sampaio

Pode parecer ficção, mas já houve um tempo em que grande parte das famílias brasileiras acreditava na existência de discos voadores. Ou de OVNIs – Objetos Voadores Não Identificados, que surgiam e desapareciam no céu,

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Memórias de Redação: O Último Trem do Sertão – Ivanildo Sampaio

De Sertânia a Salgueiro, a velha locomotiva parecia ainda mais cansada e mais lenta – vencendo o chão seco do Sertão, serpenteando pelo meio da caatinga, até encostar, finalmente, na derradeira estação do percurso.

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Memórias da Redação: O Nike Bar – Ivanildo Sampaio

Foi numa sexta-feira quente de verão que Adolfo Bloch baixou no Nike. Vinha possesso. Procurava um mecânico que deveria estar no plantão das oficinas e que alguém informou que certamente ele estava no Nike Bar.

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Memórias de Redação –  Voo cego –  Ivanildo Sampaio

Naquele verão de 1970 fui escalado para produzir um suplemento tablóide de 32 páginas, sobre o Estado do Mato Grosso, a ser encartado na edição nacional da Revista Manchete.

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Memórias de Redação – Rua do Russel, 804, Praia do Flamengo –  Ivanildo Sampaio

Não dá para esquecer a efervescência que era a redação da Manchete, localizada na Rua do Russel, 804, Praia do Flamengo, Rio de Janeiro, no final daqueles anos 60.

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 Memórias de redação – Ivanildo Sampaio

Li, dia desses, num site de menor importância, uma nota pequena e perdida que falava de Adolfo Bloch, um judeu ucraniano que chegou ainda garoto no Brasil e que fundou e dirigiu uma das maiores editoras…

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A franqueza do ministro – Ivanildo Sampaio

Muitas pessoas do mundo jurídico parecem não gostar muito do ministro Gilmar Mendes  – e algumas fazem questão de deixar claro que não gostam, mesmo. Franco, aberto, algumas vezes até mesmo inconveniente…

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O batismo dos insensatos – Ivanildo Sampaio

O letreiro, enorme, esclarece aos desavisados: “Parque de Santana Ariano Suassuna”. Não sei se o grande mestre, vivo fosse, gostaria da homenagem: o parque não chega a ser um exemplo de lugar onde predominam o bom gosto e a segurança…

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No fundo do Poço – Ivanildo Sampaio

Um esclarecimento, para quem desconhece sua história: O Poço da Panela surgiu por volta do século XVIII, pertencendo às terras do Engenho Casa Forte, propriedade de Diogo Gonçalves. O engenho foi construído em áreas doadas por Duarte Coelho.

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O Ídolo dos gestos pequenos – Ivanildo Sampaio

Deuses e deusas do Olimpo são testemunhas de que nunca gostei muito do cantor Roberto Carlos. Nos áureos tempos da “jovem guarda”, minha fidelidade às raízes da Música Popular Brasileira me levava…

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