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Penso, logo duvido.

Memórias da Caserna IV – Clemente Rosas

Soldado, naquele tempo, não podia sair “à paisana”, a não ser com permissão especial, e definição prévia de tempo e lugar.  Cheguei a me apresentar, fardado, em pleno salão do CEU (Clube do Estudante Universitário), prestar continência e pedir permissão a um tenente para permanecer no local. 

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Memórias da Caserna III – Clemente Rosas

Certamente, o melhor da minha vivência na caserna foram as marchas e os acampamentos.  Fizemos alguns, quase sempre no altiplano do Cabo Branco, deserto naquela época. Íamos a pé, levando um pesado equipamento. 

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Memórias da Caserna II – Clemente Rosas

O Regimento se compunha de cinco companhias: duas companhias de fuzileiros, a Companhia de Petrechos Pesados (CPP), a Companhia de Canhões Anti-Carro (CCAC) e a Companhia de Comando e Serviço (CCS), que o tenente Moreira, nosso comandante, para nos valorizar, classificava como uma “companhia de elite”.

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