Trovas de Bons Anos – José Paulo Cavalcanti Filho
Mais um ano se foi. Lembro, aqui, poema eterno (Feliz Ano Novo) de Antônio Carlos Secchin: “Finalmente comprará sua mansão/ Será engolida pela fome de um tufão./ Viverá uma intensa fantasia/ Desfeita a meia hora do meio-dia.
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