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Penso, logo duvido.

Eu e ELES: Ecos de memória política – Clemente Rosas

Quando ouvi falar, pela primeira vez, em Ariano Suassuna, na década de 50 do século passado, tinha quinze ou dezesseis anos, e estava ainda no curso secundário.  O Teatro do Estudante da Paraíba encenava, no Teatro Santa Roza, de João Pessoa…

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Eu e ELES: Ecos de memória política – Clemente Rosas

No ano de 1968, participei, como observador da FUNDINOR – Fundação para o Desenvolvimento Industrial do Nordeste, da reunião de criação da SUDAM – Superintendência do Desenvolvimento da Amazônia.  Na verdade, um belo passeio pelo rio Amazonas, com o rótulo de “seminário”, a bordo do navio Rosa da Fonseca…

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Eu e ELES: Ecos de memória política – Clemente Rosas

Nos anos 1961-62, tempo de minha breve experiência de política universitária, só havia uma UEE (União Estadual de Estudantes) em oposição à UNE: a de Pernambuco, presidida pelo liberal Marco Antônio Maciel.

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Eu e ELES – Ecos de memória política – Clemente Rosas

A morte de Alcides Carneiro, em 1976, na distante Brasília, talvez possa ser comparada pelos paraibanos com a de Edith Piaf.  A França perdeu a sua cotovia, a Paraíba, o mais inspirado orador de massas de sua história. 

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Eu e ELES – Ecos de memória política – Clemente Rosas

No final de 1964 – mesmo inocentado pela Comissão Geral de Investigações – por conta do meu passado de militância política estudantil, fui demitido da SUDENE.  Meu regime de trabalho era “celetista”, o que permitia a demissão, ainda que sem “justa causa”.

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Eu e ELES: ecos de memória política – Clemente Rosas

Para Joaquim Inácio Brito, parceiro de longas conversas “de omni re scibili et quibusdam aliis”, que me sugeriu escrever estes textos.

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