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Penso, logo duvido.

Most Recent Articles

Será?

Por que lançar mais um blog na rede virtual já saturada de informação? O que acrescentar a este alucinado bombardeio de dados, notícias e informações que circulam e inundam o planeta?

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Gilberto Freyre e o Estado Novo – Paulo Gustavo

Já faz mais de uma década que Gilberto Freyre, falecido em 1987, saiu de um limbo de silêncio em que certa inteligência brasileira ousou colocá-lo. Reducionismos daqueles que, emitidos por messiânicos ou analfabetos do próprio Freyre, traçaram visões e fronteiras simplistas, muitas nada mais sendo do que círculos…

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Copas do Mundo: um tema para todos – Clemente Rosas

Das vinte copas do mundo de futebol realizadas até hoje, só não vivi as três primeiras: 1930, 34 e 38.  Mas da última delas tive notícia, pelas resenhas do meu pai, sobre o brilho dos nossos dois heróis:  Domingos da Guia, o baluarte quase intransponível na defesa, e Leônidas, o “diamante negro”…

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America Last – Editorial

É cediça a observação, atribuída a Marx, de que a História não se repete, ou apenas se repete como farsa.  Mas, no momento que vivemos, cabe, na linha desta revista, a dúvida: Será?  Soubemos agora da decisão do presidente dos EUA, Donald Trump, de recambiar para os países de origem todos os imigrantes irregulares

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Penta na Ásia: euforia na madrugada – Fernando Dourado

Depois de “Fim de festa no estádio do Sarrià” e de “É tetra, é tetra, é tetra…”,ambos publicados nesta “Será?” nas últimas semanas, hoje vem o último bloco. Este cobrirá os anos de 2002, 2006, 2010 e 2014, quando a Copa do Mundo foi realizada no Brasil.

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Hebdomadário da Corte XIX – Luciano Oliveira

Chego a mais uma Copa do Mundo na minha vida. A primeira foi no longínquo ano de 1962, em Itabaiana, interior de Sergipe. Brasil bicampeão mundial de futebol. Dela, tenho apenas lembranças muito vagas. Era um menino, e como lá em casa…

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“É tetra, é tetra, é tetra…” – Fernando Dourado

No artigo passado, procedi a um longo resgate das reminiscências gravadas na memória dos anos de 1958, 1962, 1966, 1970, 1974, 1978 e, finalmente, 1982, quando sucumbimos a três gols pelos pés do italiano Paolo Rossi, o que levou a que o futebol elevado à arte cênica jamais voltasse a ser o mesmo.

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Ciro, o ilusionista – Sérgio C. Buarque

A entrevista de Ciro Gomes no programa “Roda Viva” foi uma peça brilhante de ilusionismo, misturando real conhecimento e experiência com uma descarada manipulação de dados, e uma linguagem demagógica, com floreio populista.

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Tá ruim pra chuchu, mas… – Elimar Nascimento

Em 1989, Ulysses Guimarães, candidato à Presidência, era o político nacional de maior prestígio. Uma folha de serviços prestados invejável; reconhecimento em todas tribos urbanas; sem qualquer suspeita de corrupção; largo tempo de TV…

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Livre Pensar – David Hulak

Não estou interessado na Copa. A última que mexeu comigo foi a de setenta. Depois daquela todos me achavam estranho, despatriota. Acompanhei a de 70 desde a fase de classificação quando o camarada João Saldanha, na primeira entrevista que deu, escalou a seleção, do goleiro ao ponta esquerda, e priu.

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Declaração de Sentosa: prelúdio de paz? – Editorial

Os presidentes dos Estados Unidos Donald Trump e da Republica Democrática da Coreia Kim Jong-un se reuniram na ilha de Sentosa em Singapura, com muita pirotecnia. A substituição do bombardeio retórico entre o “homemzinho dos foguetes”

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Fim de festa no estádio do Sarrià – Fernando Dourado

Nasci em 1958 e tinha três meses de vida quando arrebatamos a primeira Copa do Mundo. Bem entendido, não tenho nenhuma lembrança desse ano da graça, o que nunca me impediu de estufar o peito e de louvar a coincidência dos fatos.

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Passeio em torno dos cães – Paulo Gustavo

Uma amizade de 15 mil anos não é todo dia que se encontra. Não se trata de lobo em pele de cordeiro, como diz o ditado, mas de lobo em pele de cão, pois, segundo os estudiosos, em algum momento de um longínquo passado, aquele, o lobo, em uma de suas variantes, teria se transformado neste, o cão.

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Livre Pensar – David Hulak

Dispensando os leitores até esta sexta, no domingo, fui aconselhado por um dos Editores para anotar o que me causa espécie, estupor, todos os dias.

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Hebdomadário da Corte XVIII – Luciano Oliveira

Passei uma semana sem me desgrudar do livro Lima Barreto: triste visionário, de Lilia Schwarcz, volumosa biografia do primeiro escritor brasileiro a reivindicar a condição de “escritor negro”.

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